no?reply

agosto 29, 2009 por Juliana Miranda

Alternate Reality Game, é uma forma de colocar o mundo da ficção dentro do mundo real, num jogo que pode envolver ferramentas e ambientes reais. Ele pode apresentar uma história paralela à de um filme, e manter um número crescente de pessoas acompanhando o que, na verdade, é uma grande mobilização de marketing.

Pontos positivos:

Tem caráter viral,
pode crescer muito através dos próprios usuários,
gera grande expectativa,
cultiva o sentimento de “fã” do filme nos info seekers,
consegue conectar várias ferramentas de web entre si e entre o mundo real

O problema é que os ARGs são tão legais mas no fim das contas as agências acham que é muito esforço e não fazem muito no Brasil :/

no?salvo!

agosto 23, 2009 por Juliana Miranda

Promoção não salvo do J.C.

muito legal a  ilustração

ceu-inferno

no?stalgia

agosto 21, 2009 por Juliana Miranda
Atari Rocks!

Atari Rocks!

Acho que esse foi o primeiro vetor que fiz no Corel (nem morta digo a versão) long time ago
Então estava agorinha vendo novamente o final de river raid ^^..
Fun can be so simple!
E lembrei do Raph Koster

“Fun is about our brains feeling good – the release of endorphine into our system. (…) Basically, our brains are on drugs pretty much all the time”

Theory of Fun by Raph Koster

no? coincidence

agosto 19, 2009 por Juliana Miranda

Resolvi começar a ler um dos livros da ultima leva do submarino, o Emergence from chaos to order e vi uma frase que confirma meu ultimo post. Yeah, coincidência mesmo:

“This book will demonstrate again and again that a small number os rules and laws can generate systems of surprizing complexity. Moreover, this complexity is not just the complexity of random patterns. Reconizable features exist, as in a pointllist painting.” =D

John H Holand

só registrando

non? lien

maio 21, 2009 por Juliana Miranda

oui, french como o Georges Seurat.

tapete (fractais)

Tapete de fractais de Bob Lopes

Toda culpa é de Ana Carla, uma menina prodígio estudante do Nossa Senhora de Lourdes que leu o último post e passou pelo menos meia hora discutindo fractais e teoria do caos comigo, então mandou essa imagem.

De acordo com o  que a internet me contou, trata-se de um tapete de fractais feito por Roberto Lopes, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O tapete de dimensão fractal 1,79 mais parece um pontilhismo.

Então aproveitei a deixa para dar uma olhadinha no meu livro-querido-praticamente-objeto-de-decoração (ufa!), Impressionismo da Taschen. Tem um exemplo legal do pontilhismo são  Les Poseuses (as modelos) de Seurat, 1888. Óleo sobre tela 39,4×48,7cm.

Apesar de representar uma curta fase transitória na história da arte,  o pontilhismo (ou divisionismo) foi a forma técnica encontrada para aumentar luminosidade nas telas. Para os outros isto se traduzia em uma palavra: monótono.

Concluindo… fractal também é arte^^ au revoir

detalhe de LesPoseuses

detalhe de LesPoseuses

LesPoseuses

LesPoseuses

Borboletas

maio 18, 2009 por Juliana Miranda

“O bater de uma única asa de borboleta hoje produz uma minúscula alteração no estado da atmosfera. Após certo tempo, o que esta efetivamente faz diverge do que teria feito, não fosse aquela alteração. Assim, ao cabo de um mês , um ciclone que teria devastado o litoral da Indonésia não acontece. Ou acontece um que não iria acontecer.”
Edward Lorenz

Caos e Complexidade

É a famosa teoria do caos, ou caos determinístico. Ela está no ultimo livro que li, de repente não podemos subestimar as borboletas, afinal elas até me fizeram ir a um show como acompanhante de prima. O que são ciclones junto a isso? Eis o livro…

Neste primeiro momento da minha busca da emergência encontrei algumas coisas interessantes. O livro me contou, por exemplo, que os fractais estão numa dimensão entre um e dois. Sim, essa mesma que você está pensando. Enquanto uma linha tem uma dimensão, um plano tem duas etc… A dimensão fractal fica no meio do caminho.

Sem contar que é sempre um prazer ler cientificamente “complicado é completamente diferente de complexo”, claro, em outras palavras. Complexa sim, qual o problema? =)

Caos e Complexidade

no? life

fevereiro 19, 2009 por Juliana Miranda

Once upon a time…

Estava na Global Game Jam, e em meio a uma conversa sobre jogos me interessei por um tal Puzzle PiraNammites.

É, fui lá só dar uma olhada como era. Minha pirata nasceu, ganhou casa, travou batalhas, entrou para uma crew, comprou sofa, pintou a casa de magenta, comprou roupas, juntou dinheiro para comprar um navio, conseguiu virar master bilge, decidiu nunca carpintar.

O nome dela é Nammi, descaradamente copiado da personagem de One Piece, mas não furta como a original. E realmente, a economia do jogo é fantástica.Também gosto do sistema de score, onde cada um apenas ganha um título e, claro, da quantidade de jogadores casuais-hardcore por lá.

Então vamos à regra de Skinner onde:
Se Juliana é Nammi no ambiente do jogo, então ela mudou de residência novamente. =D

iscas e caramelos

fevereiro 14, 2009 por Juliana Miranda

O que você pensa quando lê o seguinte trecho?

” “Todo homem tem seu preço” – Não é verdade.
Mas pode-se encontrar para cada um uma isca que queira morder.
É assim que para conquistar muitas pessoas em prol de uma causa, basta conferir a essa causa o verniz da filantropia, da nobreza, da beneficência, do sacrifício – e a qual causa isso não pode ser conferido!
-É o caramelo o bombom de suas almas; outros têm outros.”

Nitzche. Humano, Demasiado Humano.

É claro, a primeira vez que o li pensei nas pessoas manipuladoras que teriam costume de fazer isso, recriminei-as.
Cogitei como seria fazê-lo, mas não passou por minha cabeça como seria ser pega como isca. Porque?

Queira manter Mantenha seu caramelo bem guardado.

noivas

fevereiro 13, 2009 por Juliana Miranda

Ontem assisti ao Noivas em Guerra no cinema,
então me lembrou uma ilustração de noiva que fiz para um site ano passado.
Que me lembrou  a decepção quando vi a Chanel bride 2009, está parecendo aqueles bonecos da Giovana baby que eu tinha quando criança. Uma pena, sempre adoro Chanel.
E o famoso pijama de Marilyn, duas gotas.

ilustração

a ilustração

no? reazon

fevereiro 12, 2009 por Juliana Miranda

Estava folheando um Kundera e li um trecho que me despertou vontade de comentar com alguém. Como estou sozinha em casa agora resolvi fazer um blog e publicar. O que justifica o nome, já que considero atitude despretensiosa.

Eis o trecho:

“(…) existe incompatibilidade entre a merda e Deus e, consequentemente, percebia a fragilidade da tese fundamental da antropologia cristã segundo a qual o homem foi criado à imagem de Deus. Das duas uma: ou o homem foi criado à imagem de Deus e então Deus tem intestinos, ou Deus não tem intestinos e  o homem não se parece com ele. (..)

A merda é um problema teológico mais espinhoso que o mal”

Milan Kundera. A Insustentável Leveza do Ser.

Mas não vou comentá-lo aqui, isso tornaria meu post intencional.